Dúzia

Friday, February 17, 2006

Arroz com feijão!

Estou voltando ao Dúzia de 12, para dizer da dificuldade de acompanhar a verdadeira enormidade de novidades que surgem na blogosfera todos os dias. Eu já cansei de tentar entender tudo. Quando acho que sei a metade, inventam mais uma montanha de novoso recursos, de novos gadgets para os blogs.

Estou começando a ficar só com os blogs e os comentários, o resto é muito resto, é demasiado resto para tentar entender: pings, trackbacks, tags, techorati, bloglines, blogstreets, blogsounds, blogvideos, blogfriends, etc. Isso aí está longe de abranger um décimo dos recursos que existem na blogosfera.

O jeito é ficar no arroz com feijão, blogar e pronto!


Saturday, February 11, 2006

Cruzes!

O ditado popular reza: "fazer a fama pra depois deitar na cama". Acho que não vou citar o nome dos famosos por uma questão de ética, mas aproveitei o dia de ontem e de hoje e andei fazendo algumas visitas aos blogs dos famosos. Gente que tem nome na dita blogosfera e mantém blogs de sucesso reconhecido.

Gente - ou gentem - o que é isso? Qualidade que é bom, necas... A maioria dos blogs dos famosos carece do mínimo, isso para não ser lá muito exigente. Depois há que se fazer uma crítica, não aos famosos, eis que deitados estão na fama que construíram - com ou sem méritos, não cabe julgar - e estão na deles, mas ao pessoal blogueiro. Os caras dizem qualquer besteira e esse pessoal sai batendo palma.

Isso deve ser coisa aprendida na infância, esse respeito, essa idolatria e uma espécie de subserviência que esse país - e porque não dizer o mundo? - nutre pelos famosos. Um cara desses peida e o pessoal fica de quatro para sentir o cheiro, o que é isso gente?

É necessário desenvolver um senso crítico mínimo, não precisa ser uma coisa desmesurada, do outro mundo, mas pelo menos aquele "sifragol" necessário para a sobrevivência. Vade retrum, cruzes!

Saturday, February 04, 2006

Uma dúzia de doze ou trocar seis por meia dúzia?

Um dúzia de doze ou trocar seis por meia dúzia? Esse talvez seja o meu maior problema, não me levo muito a sério, e quer saber o que mais? Nem acho que deveria levar. O bom é ser assim mesmo, descompromissado comigo mesmo, com a vida, com os outros. O cara não pode, ou não deveria, ficar se achando muito.

Uma dúzia de doze ou trocar seis por meia dúzia? Talvez nenhum dos dois seja o meu propósito, afinal. Eu não vim aqui para inovar nada, não vim aqui para propor nada, a rigor eu acho que até nem vim. Já que lá está, deixe que lá esteje. Está bom! Entendi, então que lateje, porque eu não vou me doer pelo coisa.

Uma dúzia de doze ou trocar seis por meia dúzia?