Política do faz-de-conta-que-não-é-comigo
Você conhece a política do "faz-de-conta-que-não-é-comigo"? É um tipo de política na linha do poema de Eduardo Alves da Costa: "... Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. Na Segunda noite, já não se escondem: pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada...."
É uma política semelhante ao nosso presidente justificando algo grave como esse crescimento pífio do país, com graves conseqüências na política de empregos, de distribuição de renda, no futuro dos nossos jovens, na segurança do país; mas ele diz que não se preocupa mais com 2006, que se preocupa com os anos que virão. Seu desgoverno do passado será corrigido no futuro, quer nos fazer crer, embora saibamos que não teve competência no passado, não têm no presente e não terá competência em futuro nenhum.
Só nos resta, parafraseando as suas "sábias palavras" é chorar o leite derramado, sofrer em suas mãos durante mais quatro anos que serão - igualmente - desperdiçados, serão jogados no lixo, fruto do massivo apoio de um norte e um nordeste formados por gente crédula, gente acostumada a acreditar em paizinhos, coronéis e em salvadores da pátria.
É uma política semelhante ao nosso presidente justificando algo grave como esse crescimento pífio do país, com graves conseqüências na política de empregos, de distribuição de renda, no futuro dos nossos jovens, na segurança do país; mas ele diz que não se preocupa mais com 2006, que se preocupa com os anos que virão. Seu desgoverno do passado será corrigido no futuro, quer nos fazer crer, embora saibamos que não teve competência no passado, não têm no presente e não terá competência em futuro nenhum.
Só nos resta, parafraseando as suas "sábias palavras" é chorar o leite derramado, sofrer em suas mãos durante mais quatro anos que serão - igualmente - desperdiçados, serão jogados no lixo, fruto do massivo apoio de um norte e um nordeste formados por gente crédula, gente acostumada a acreditar em paizinhos, coronéis e em salvadores da pátria.



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